Configura-se uma contiguidade ontológica de enteógenos: cada Cannabis sativa subsp. indica (ou sativa, tanto faz) não sucede à anterior por mera contiguidade temporal, mas por uma necessidade metafísica de preenchimento do vazio existencial imediatamente subsequente ao anterior preenchimento — ergo, uma combustão atrás da outra, ad infinitum, até que o próprio devir se torne brasa.
Em outras palavras: é uma maconha atrás da outra.
